Canoas do Ribeira
Eu quero
mostrar ao mundo,
Um pouco da
vida dura
Que tem nas
beiras dos rios
Sejam rasos ou
profundos
É lá dos anos
cinqüenta
Gente que não
aposenta
Que vive só
trabalhando
Vão vivendo com
tão pouco
Com tão pouco
se contenta
Embora sejam
doentes
Ate resistem
bom tempo
Os sonhos não
as freqüenta
Vivem sós com
os seus dias
E pra eles se
alimentam
A esperança que
um dia,
Foi se como a canoa
Por corredeiras
rodou
Nestas águas, nestes
rios,
Canoas não mais
existe
Não tem mais
Nazareno
Mas, antes que tudo
acabe
Eu assim vou
lhes contando
Pra não dizerem
que não sabem
Que um dia existiu
canoas
No Ribeira
deslizando
Canoas que eram
levadas
Por *Lazáreos* e Pronianos.
* minha memória pode estar me traindo quanto ao nome do outro
canoeiro, que me lembro era tido como Nazareno ou Lazareno,
depois fiquei sabendo que seria Lazáreo, quando souber o certo, farei a correção.
canoeiro, que me lembro era tido como Nazareno ou Lazareno,
depois fiquei sabendo que seria Lazáreo, quando souber o certo, farei a correção.
**A estas pessoas do passado, fica
aqui o meu tributo, embora tardio,
minha gratidão por terem sido parte de minha vida
Urano de Sousa Agosto 2008
minha gratidão por terem sido parte de minha vida
Urano de Sousa Agosto 2008
Em pé ao lado da sua canoa-------O Canoeiro Proniano
A Mulher na Canoa Minha Mãe Cezária
Ao Lado Urano
A Menina dentro da Canoa Urana
O Pequeno na Canoa Remolo
Sentado na outra Canoa Nazareno




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