O Amuleto
Com
tristeza lhe vi assim andando
Em um
rude utensílio apoiada
A dor
sentia, e não era declarada,
Dizia
de forma clara, inusitada,
Que estava
doutra forma, sofrendo,
A angústia,
de estar dependendo,
De tosco amuleto, amparada.
Mas
estes versos também padecem
Infortúnios
tantos que esmorecem,
O Aedo que o
lê descompassado,
Declina de exaltar, sem melodia,
Recitando
aos brados, a poesia,
Com um Soneto de “Pé Quebrado”!
Lembrar se de sempre pisar devagarzinho e
com cuidado, senão-!!!!!!
Araçoiaba, Primavera-2012
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